Brasão

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O escudo guarda semelhança com o brasão do Papa Bento XVI, claro reconhecimento ao seu pontificado em razão do Motu proprio Summorum Pontificum que deu total liberdade para a celebração do Rito Gregoriano.

No chefe, o leão, que remete à nossa origem, já que presente também na bandeira do Recife, protege a Cruz, significando o esforço que todos nós temos de fazer para defender a Fé Católica, a Santa Igreja e o Santo Padre. Está em fundo azul porque esse é o prêmio para quem guarda esta mesma Fé: o Céu.

No flanco esquerdo, a vieira (concha) tem o mesmo significado no brasão do Papa Bento XVI: recorda-nos o episódio de Santo Agostinho e o Anjo, significando um convite ao conhecimento de Deus e empenho em buscar a Fé, mesmo na insignificante ciência humana.

No flanco direito está a flor-de-lis que representa a guarda honrosa dessa mesma Fé, assim como simboliza a Mãe de Deus, nossa padroeira. Ela vem na cor dourada, símbolo da nobreza, conduzindo-nos ao descendente de Davi, custódio de Nosso Senhor e esposo da mesma Santíssima Virgem, São José, Patrono de toda a Igreja.

Na ponta, o Cordeiro imolado, mas ressurrecto, representa Nosso Senhor Jesus Cristo e Seu Sacrifício na Missa, assim como Suas glória e majestade divinas.

As cores vermelha e dourada, o sangue e o ouro: lembra o martírio e a glória, ou seja, a proteção da Fé mesmo que custe a vida.

O lema, o motivo principal de nós nos unirmos: amor à Tradição.

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